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Mogi |
» Publicada em 07|02|10
Destino da Santa Casa será discutido amanhã
NAYARA RUIZ
De Mogi
O prefeito Marco Bertaiolli (DEM) e o novo provedor da Santa Casa de Mogi, Mário José Calderaro, vão se reunir amanhã para definir o plano de recuperação do hospital, que inclui investimentos na maternidade, cuja interdição foi determinada novamente pela Secretaria de Estado da Saúde na noite da última sexta-feira. As dívidas da entidade chegariam a R$ 16 milhões.

Depois de uma vistoria surpresa, as diretoras da Secretaria de Estado da Saúde Deise Koda e Lana Daibs informaram Bertaiolli sobre a necessidade do novo fechamento da maternidade, que foi interditada no fim do ano passado e reaberta há pouco mais de um mês. Segundo elas, o compromisso de tornar o local menos vulnerável a contaminações não foi cumprido. Também na manhã de sexta, o então provedor, João Anatalino Rodrigues, renunciou.
Ontem, representantes das equipes médicas e da diretoria da Santa Casa se reuniram com o secretário municipal de Saúde, Paulo Vilas Bôas de Carvalho, com o objetivo de definir quais seriam as próximas medidas.
Por volta das 10h30, o novo provedor, o administrador Paulo Toledo e o médico-ginecologista e obstetra Danilo Kfouri Ennes se encontraram em frente ao hospital, no local onde ficam estacionadas as ambulâncias para o transporte de gestantes. Assim que a equipe de reportagem se aproximou, o secretário se juntou ao grupo e, ao avistar o fotógrafo, correu para o interior do prédio.

Calderaro, porém, explicou. "Agora, estamos decidindo tudo o que será feito a partir dessa mudança. Até que tudo esteja completamente resolvido e definido, não daremos nenhuma declaração. Estamos trabalhando para que os problemas sejam resolvidos e, assim como já havia dito em nota oficial, retomaremos as obras de reforma da maternidade, atendendo a todas as determinações da Vigilância Sanitária Estadual".

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