Valor equivale a soma total que cada partido político autorizou seus candidatos gastarem nesta campanha
Páreo: Estevam, Heroilma, Gondim e Elaine Abissamra disputam vaga na Assembleia e Câmara
Vivian Turcato
Da região
Somando todos os limites de gastos estipulados pelos partidos, os 29 candidatos da região poderão gastar até R$ 160 milhões na disputa por uma das vagas na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e na Câmara Federal. Esse valor é referente à quantia máxima que cada legenda autorizou seus candidatos gastarem na campanha até outubro. As informações foram pesquisadas no site do Tribunal Eleitoral Regional (TRE).
Para deputado federal, o gasto total pode chegar a R$ 75 milhões, aproximadamente, incluindo todos os candidatos de todos os partidos. Os partidos: Socialista Brasileiro (PSB), Democrático Trabalhista (PDT), Trabalhista Brasileiro (PTB), Democratas (DEM) e Social Liberal (PSL) autorizaram gasto de até R$ 5 milhões para cada candidato.
Com a liberação de R$ 4 milhões, os candidatos dos partidos Humanista da Solidariedade (PHS), Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e Popular Socialista (PPS) juntos poderão gastar R$ 12 milhões.
Já os candidatos dos partidos da República (PR), Trabalhista Nacional (PTN) e Trabalhista Cristão têm o limite juntos de R$ 11,5 milhões para investirem em suas campanhas eleitorais. As legendas que autorizaram os menores valores foram o Partido Social Democrata Cristão (PSDC), com o valor de R$ 1 milhão e o Partido Comunista Brasileiro (PCB), autorizando "apenas" R$ 150 mil.
EstadualJá na campanha para estadual os totais gastos podem ser de até R$ 85 milhões. Sob o valor de R$ 5 milhões, os candidatos dos partidos Verde (PV), Socialista Brasileiro (PSB), os totais podem chegar a R$ 15 milhões, para três campanhas.
Os partidos da República (PR), Comunista do Brasil (PCdoB), Trabalhadores (PT), Trabalhista Nacional (PTN) e Social Cristão (PSC) liberaram até R$ 3 milhões para seus representantes na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa. A legenda que liberou o menor valor foi o Partido Social Democrata Cristão (PSDC), que autorizou gastos de até R$ 700 mil.